23 de jan de 2018

Limpeza de pele profunda com o esfoliante da Avon


Salve salve, negada! Tudo bacana com vocês? Bom, esses dias foram bastante complicados. Mas, agora que estou de volta e pronta para dar a volta por cima, venho para falar com vocês sobre um produto que eu AMO! Bora fazer sobre limpeza de pele?



A dica de hoje é para quem quer dar aquela limpeza na pele. Pra quem me acompanha nos stories (se vc não faz parte desse time, segue lá → @modadenegona ←), não é novidade que eu tenho um ritual semanal para limpar a minha pele do rosto. Um dos produtos que faz parte deste ritual é o esfoliante para o rosto, da linha Clearskin (Avon). 



Na primeira vez que usei este produto (lááááá em 2012), passei um sufoco terrível com esse esfoliante. No rótulo diz que o rosto tem que estar úmido e foi assim que fiz: dei uma molhada no rosto e pah! Meu rosto ficou vermelho e começou a arder como se estivesse em chamas 🔥🔥🔥. Eu desesperei! Após lavar bem em água corrente e passar um creminho básico, meu rosto tava limpinho limpinho. A limpeza é profunda, conforme está escrito na embalagem. 

Demorei um pouco a voltar a usá-lo (quase 5 anos, pra ser mais exata). E o meu erro na experiência anterior foi a quantidade que usei. Faço esfoliação toda semana e tô amando o resultado tem sido incrível. 

Notem essa pele limpa e hidratada!
(Ignorem a cara de sono)
Apesar do susto, é um produto que vale a pena ter no kit de limpeza. Só não esqueçam de maneirar a dose e o principal: fazer isso perto de uma torneira, por garantia,né?!
Agora, conte aqui quais são os produtos que vocês usam para esfoliar a pele do rosto?

#Ficaadica
Até mais, negonas!

AnaLu Oliveira
@modadenegona

10 de jan de 2018

Instas do Poder: negras que você precisa seguir já!

Salve salve, negada bacana! Como vocês estão? Quem já segue o MdN no Instagram, levanta a mão aê ✋ (e quem não segue, segue lá @modadenegona). Por lá, eu vejo muitas pretas maravilhosas, pretas poderosas e que nos inspiram a ser mais empoderadas, donas de nós mesmas. E que pretas são estas? Fiz uma listas com pretas que você precisa seguir já!  Conheçam essas musas do poder!

1 - Preta Rara


Gente, eu já falei da Preta Rara aqui. Ela tem uma websérie incrível - Nossa Voz Ecoa - que fala sobre diversas questões ligadas a negritude. Além de rapper e historiadora, a Preta Rara fala muito sobre autoestima, já que ela mostra em seus stories os looks, como ela cuida de suas unhas, seus rolês e o amor que ela tem por si própria. Eu sou muito fã! 


2 - Jaciana Melquiades


Imagina uma mulher que não para? Jaciana é dessas pretas que estão sempre em movimento. Empreendedora, membro do coletivo Meninas Black Power, Jaciana é historiadora e gestora da empresa "Era Uma Vez o Mundo", que fabrica bonecas negras de pano. 

3 - Tia Má (Maíra Azevedo)


Você já deve ter visto essa deusa no programa da Fátima Bernardes, o Encontro. Tia Má é uma preta muito muito maravilhosa. Jornalista e youtuber, ela fala em seus stories sobre racismo, misoginia, intolerância religiosa, gordofobia, entre outros assuntos polêmicos. Vale ressaltar que a Tia Má tem um show de stand up, o "Tia Má com a língua solta". 

E você, segue alguma preta poderosa no Instagram? Conta aqui nos comentários quais são estes instas ↓↓↓

Até mais, negada!
AnaLu Oliveira

8 de jan de 2018

Looks pra começar 2018 com muita beleza e alto astral!

Salve salve, negada bacana! Tudo bem com vocês? Como foi o fim de ano? Como está o começo deste 2018, hein? Pra gente começar 2018 com muita beleza e inspiração, separei alguns looks que vão combinar (e muito!) com as maravilhas que vamos viver neste ano lindo! Vamos lá?


Ahhh, mas é ÓBVIO que o primeiro look deste ano seria
com roupa curta, neah? Porque se tem uma coisa que eu AMO
é expor as pernocas. Esse look com listras é só amor 💘


Para quem curte o street style, esse look é o ideal.
Atenção para os cachos 💗

Listras + jeans + salto alto = puro sucesso! Como não amar? 💕



Agora, escolha o look que mais combina com as suas pretensões para 2018? Conte aqui pra mim nos comentários ↓↓

Que tenhamos um 2018 lindo, maravilhoso e repleto de positividade!

Boa semana, negada!

AnaLu Oliveira

20 de dez de 2017

Chimamanda Adichie e seu projeto "Wear Nigerian"

Salve salve, negada bacana! Tudo bem com vocês? Já falei aqui sobre a musa, deusa soberana Chimamanda Ngozi Adichie (e quem me acompanha no insta,sabe que estou lendo Americanah, um dos grandes best sellers de Chimamanda). E como boa tiete que sou, acompanho essa incrível escritora nigeriana nas redes sociais. Foi no instagram que reparei os looks mais que perfeitos que ela usa. 



Muito se discute a relação da moda e da estética com empoderamento - seja de mulheres ou de pequenos empreendedores. E sim, precisamos expandir nossos olhares para além das roupas do mercado de fast fashion, pois a moda é muito mais que as etiquetas de marcas famosas; ela também é a forma de expressão de artistas e criativos. Para muitos, a moda é uma forma de se sustentar financeiramente. E qual é a conexão disso com Chimamanda? 

Projeto Wear Nigerian

Em maio deste ano, Chimamanda fez um textão (ela também é destas #teamtextão) falando sobre as políticas econômicas adotadas pelo governo da Nigéria e o impacto desastroso para os empreendedores nigerianos. Ela enquanto escritora poderia ficar só no textão,certo? Mas, muito mais que usar as palavras para alertar seus seguidores para esta situação, ela fez mais: decidiu que em suas aparições públicas utilizaria roupas e acessórios fabricados por estilistas da Nigéria, como forma de estimular a compra e o consumo destas marcas. Daí nasceu o projeto "Wear Nigerian". As publicações são feitas pelas sobrinhas de Chimamanda: Chisom, Amaka e Kamsi

São publicações bem blogueirinhas mexxmo, com looks realmente incríveis e que, aliam beleza e empoderamento de uma maneira bastante eficiente. Separei alguns looks desse projeto empoderador de Chimamanda. 
Short e túnica by Mae Otti


Vestido by Nike Cos
Vestido by Ujuestelo

Vestido by The Muse Factory

Aproveite neste Natal para fortalecer o mercado local. Dê preferência para as empreendedoras (aqui tem uma lista de algumas empreendedoras negras bem legais). Atitudes assim contribuem com o fortalecimento de negócios empoderadores e fazem a economia girar a favor dos novos talentos. 

Chimamanda wear Nigerian, e você: o que tem vestido ultimamente?

Até mais, negada!
AnaLu Oliveira

18 de dez de 2017

Você tem um tempo para ler a palavra de Rupi Kaur?



Salve salve, negada! Como vocês estão? Eu estou em êxtase! Quem me acompanha nos stories viu que no fds passado, eu terminei de ler um livro tão maravilhoso,tão foda, tão incrível que nem sei por onde começar o assunto. Eu amo ler e depois do mestrado, me propus a retomar meu ritmo de leitura. Eis que me deparo com "Outros Jeitos de Usar a Boca", da artista Rupi Kaur

Quenhé Rupi Kaur,afinal?


Poetisa e escritora, Rupi Kaur é uma jovem escritora indiana de 25 anos,mas mora no Canadá desde a infância. Libriana (ameeei essa parte <3 #orgulholibriano), Rupi começou a publicar seus trabalhos no Tumblr e Instagram, inspirada em histórias das pessoas que a rodeiam. Feminismo, empoderamento feminino, amores e dores são os principais temas de seus trabalhos. Em 2014, Rupi Kaur lançou de maneira independente o livro Milk and Honey. Mas, a boa repercussão da obra despertou o interesse de uma grande editora e ele foi lançado na versão impressa em outubro de 2015. 

Na versão em português, o livro ganhou o título "Outros jeitos de Usar a Boca". Kaur divide seus poemas em 4 partes: a dor, o amor, a ruptura e a cura. Em cada parte, Rupi Kaur fala sobre questões que tocam profundamente na nossa alma. O modo como vemos nossas mães, como nos relacionamos com nossos pais, o fim de relacionamentos amorosos, padrões de beleza,entre outros assuntos.

Outros jeitos de usar a boca: breve spoiler

A Rupi Kaur escreve de uma maneira leve, simples e quem lê "Outros Jeitos de Usar a Boca" tem a sensação de que está em uma conversa com uma amiga. Quer ver como é? Então, confira alguns trechos dessa obra incrível!

Sobre rupturas

Sobre as relações entre pais e filhas
Sobre nosso empoderamento e amor-próprio

E você, já leu "Outros Jeitos de Usar a Boca"? O que você achou dessa obra incrível de Rupi Kaur? Conta aqui pra mim nos comentários! 

Boa semana, negada!

Até mais ;)
AnaLu Oliveira

11 de dez de 2017

Uma breve resenha de She's Gotta Have It

Salve salve, negada! Tudo bem com vocês? Quem acompanha o MdN nas redes sociais viu que o assunto foi a série "She's Gotta Have It". A série é baseada no filme do diretor Spike Lee que foi lançado em 1986. Dividida em 10 capítulos, "She's Gotta Have It" conta a história de Nola Darling, uma artista residente na região do Brooklyn, em Nova York. Assisti esta série e realmente, preciso compartilhar com vocês as minhas impressões sobre essa obra de Spike Lee.

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Quem é Nola Darling?


Nola Darling é artista plástica independente, pansexual e poliamorosa. Nola vive sozinha e busca meios para se sustentar através de sua arte. A instabilidade financeira de Nola faz com que ela busque diversos trabalhos autônomos - dog walker, professora temporária de artes são alguns deles. Nola também é ativista e através da arte, faz manifestos feministas, o que eu acho mega fantástico! 

Ela busca retratar a mulher negra em suas pinturas de maneira livre de estereótipos racistas. Sabe aquela amiga que sempre nos incentiva a ser nós mesmas? Nola é esse tipo de amiga. Nola é uma mulher de princípios, cheia de regras, ideias e sonhos que fazem com que os desavisados tradicionais a chamem de louca - algo que ela já deixa bem claro no início da série que ela não é. 


Porque assistir "She's Gotta Have It"?


Diferente de outras séries, "She's Gotta Have It" não é uma obra romântica. Nola é uma mulher muito tranquila com a sua sexualidade e suas relações com Mars, Greer, Jamie e Opal. Apesar das cenas de sexo presentes nos episódios, não há dramas românticos ou sexuais. Nola não é uma personagem hipersexualizada. 

A história mostra uma mulher em busca de sucesso, de autorrealização e de muitas outras coisas que não dependem de suas relações amorosas. Outra coisa maravilhosa em "She's Gotta Have It" é a quantidade de referência aos ícones afroamericanos, além de uma forte crítica às eleições de 2016 nos Estados Unidos. 

Os episódios tem duração de 30 minutos e estão disponíveis na Netflix. Achei que algumas questões não foram abordadas com a profundidade necessária e espero que isso seja uma brecha para a segunda temporada. Ahhh, o filme que deu origem a série também está disponível na plataforma. 

E você, já assistiu "She's Gotta Have It"? Conta pra gente o que achou da série? O que pensa sobre Nola Darling? 

Até mais, negada!
AnaLu Oliveira


6 de dez de 2017

A filosofia do Body Positive e a importância de amar a mulher que você é!

Salve salve, negada! Tudo bem? Uma das coisas mais importantes que aprendi neste ano foi aceitar o meu corpo, lidar com as mudanças que rolaram. Principalmente, esse ano entendi que o meu corpo antes de qualquer coisa precisa me representar. 

Em 2012, eu descobri que tenho resistência insulínica. É uma espécie de pré-diabetes e que exige que eu controle a glicose e faça uma dieta com algumas restrições. Na época do diagnóstico, eu fiquei com um medo imenso de ser diabética (eu ainda tenho esse medo) e fiz tudo (TUDO!) que a médica me pediu. O resultado? Perdi 18 quilos em 10 meses. Fiquei muito magra, a ponto de ser parabenizada na rua pela minha conquista. Quem não gosta de receber elogios, não é mesmo? 

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10 meses separam uma Ana da outra. 

O que foi bem desagradável foi ver que este corpo magro não me representava. Não nego que era bom receber elogios por ter seguido tão à risca a dieta. Mas, eu não era (e ainda não sou) só uma pessoa com problemas de glicose. O meu corpo não era só digno de elogios quando está magro. E foi horrível constatar isso quando voltei a engordar. Cobranças constantes para emagrecer novamente e uma série de críticas travestidas de conselhos preocupados com a minha saúde mexeram muito com a minha autoestima. Foi preciso olhar mais para mim mesma e entender melhor o meu corpo, entender também a mim mesma. Aceitar meu corpo foi importante para aprender a me amar.

Mas, aceitar meu corpo do jeito que ele é não inclui simplesmente me deixar levar pelo peso que eu tenho. É aceitar minhas curvas, o tamanho da minha bunda, do meu peito, minha barriga e,principalmente, aceitar a pessoa que habita esse corpo e amar o corpo que abriga essa pessoa. Sei que não é algo fácil, pra mim não foi. 

Hoje, eu posso dizer que amo meu corpo do jeito que ele é. Amo e admiro muito a pessoa que sou hoje. Foi um processo longo, regado a muita terapia, choros e superação. Afinal, é uma vida inteira ouvindo que meu corpo não está no padrão, meu cabelo não está no padrão aceitável, que eu não estou em um padrão aceitável. 

Amo a mulher que sou pois lutei muito para ser ela

Em seu canal, Patrícia Avelino mostra a importância da aceitação do próprio corpo e como a filosofia do Body Positive pode contribuir com este processo de aceitação. E você, conhece o Body Positive? 


Agora, me conte: o que você quando se olha no espelho? Você vê a mulher incrível e maravilhosa que és? Conte aqui qual é a sua relação com o seu corpo, negona! 

Aquele abraço,

AnaLu Oliveira